SANTOS FUTEBOL CLUBE

ORÇAMENTO 2021

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PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA 2021

PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA 2021

Santos, 19 de novembro de 2020

Há 5 anos o orçamento do Santos Futebol Clube, não recebia parecer favorável do Conselho Fiscal.
O Comitê de Gestão, que teve a incumbência estatutária e cronológica, apresentou sua peça orçamentária, dentro do prazo legal (o que também foi raro neste último quinquênio), respeitando as diretrizes impostas pelo CF em todos os seus relatórios de alertas, teve sua proposta aprovada em reunião do plenário do Egrégio Conselho Deliberativo. Quem ganha com isso é a instituição como um todo.
Algumas rubricas (verbas) mereceram explicação a parte, feitas durante a apresentação da peça, e como este é um PORTAL DE TRANSPARÊNCIA, levamos ao conhecimento do sócio e torcedor os dados de maior destaque.
1 – ALOCAÇÃO DE VERBA PARA OS ESPORTES AMADORES:
O valor alocado está ligado com a participação do clube na competição conhecida como NBB – Novo Basquete Brasil, uma vaga que aguarda ratificação da gestão. Junto com essa participação existe uma verba de patrocínio, (vinculada e exclusiva) no valor de 4,2 milhões que cobrirá todos os custos dessa participação.
Em outras palavras, das despesas orçadas, 4,2 milhões tem receitas próprias, portanto sem custos para o clube. Tais despesas só serão efetivadas caso mantenha-se a participação do clube na modalidade. Caso contrário tanto a receita quanto a despesa deixam de existir.
2 – DESPESAS ALOCADAS NO CG:
Por determinação legal o clube, (entidade considerada como benemerente e sem fins lucrativos e portanto isenta de recolhimento de várias taxas e impostos), deve considerar como despesa (em contrapartida ao reconhecimento de receita no mesmo valor, o que causa o efeito ZERO de fluxo financeiro), o tempo empregado por gestores e colaboradores, SEM REMUNERAÇÃO. O entendimento legal é que “se não houvesse esse voluntariado a entidade teria de contratar profissionais de mercado para executar a mesma tarefa”, certo ou errado esse entendimento não nos cabe julgar, apenas acatar e seguir a lei.
Fora isso, foi encaminhado à mesa do Conselho Deliberativo e essa por sua vez, encaminhou a Comissão do Estatuto, a proposta de organograma (cobrada há anos pelos órgãos legislativos) onde várias alterações de centros de custos sofreram mudanças de alocações, passando da responsabilidade anterior de uma área para outra. Foi esse o caso.
Passou (pelo novo organograma proposto ao qual o orçamento foi balizado em sua estrutura), a ser responsabilidade do CG áreas como as Superintendências Administrativa e de Esportes, além da Controladoria (um novo órgão de fiscalização e acompanhamento de gestão criado neste organograma que não existia no clube). Com isso todos os custos de todos esses departamentos, que antes eram diluídos em várias áreas diversas, passaram a ser integrados ao CG, dando maior transparência e agilidade na gestão do clube.
3 – VERBA DESTINADA AO INSTITUTO SANTOS:
Em atendimento ao que determina o Artigo 6 do Estatuto Social do Clube e para atender a solicitação feita pela SPU como contrapartida para manutenção do CT Rei Pelé em regime de comodato, (vide matérias amplamente divulgadas na imprensa sobre o assunto), como por exemplo a integração social de crianças e comunidades carentes, crianças portadoras de necessidades especiais, etc, foi aprovado pelo plenário do Conselho, em reunião a criação do INSTITUTO SANTOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL.
Como a simples aprovação e posterior registro dessa nova entidade não atende plenamente as determinações (e o cumprimento delas efetivamente) perante a SPU, destinamos uma verba mensal em torno de 20 mil reais a ser aplicada na efetivação de diversos programas sociais que atendem essa obrigação legal.

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